| |


Heritople
24-06-2026
Stories of Macau

At Rui Cunha Foundation

Documentary and Talk

June 24, 2026, Wednesday, 18:30

free admission

Stories of Macau Macau, China, is a city that has a long and incredible history which has created a unique cultural mix.
With the stories of eight people from different backgrounds we get a glimpse of how the culture and heritage of this city affect the people that live in it.

PRESENTED BY
António Sanmarful
António Monteiro
Matias Lao

“Heritople” - Synopsis

Macau, China, is a city that has a long and incredible history which has created a unique cultural mix. With the stories of eight people from different backgrounds we get a glimpse of how the culture and heritage of this city affect the people that live in it.

António Salas Sanmarful – BIO

António Salas Sanmarful was born in Macau. He studied camera and lighting for cinema in Madrid, Spain, where he worked for over nine years in movies. Returning to Macau in 2016. He has mostly worked as director of photography in documentaries, advertisements, and short films. Recently he has been involved in several projects as a director including the documentary “Heritople”. He is now based in Macau.


O Museu de Macau em Lisboa e o seu Catálogo
18-06-2026
Fundação Rui Cunha

18 de Junho de 2026, 18:30

O Museu de Macau em Lisboa e o seu Catálogo
Apresentado por Carmen Amado Mendes

O Museu de Macau em Lisboa. Catálogo da Coleção, publicado em dois volumes, reúne e contextualiza de forma sistemática um acervo de excecional riqueza e diversidade, oferecendo novas perspetivas sobre as coleções do Museu do CCCM e sobre a sua relevância para o estudo das relações entre a Ásia e a Europa.

Resultado de um trabalho coletivo que envolveu especialistas de várias áreas dos Estudos Asiáticos e das ciências sociais e humanas, a obra incorpora os mais recentes contributos da investigação sobre as coleções do Museu. A obra reflete ainda a missão do Centro Científico e Cultural de Macau, de promover o conhecimento sobre os encontros, intercâmbios e ligações históricas entre estes espaços, valorizando um património que continua a contribuir para a compreensão da história e da dimensão cultural de Macau.

Esta apresentação dará a conhecer os principais objetivos e contributos da publicação, convidando à descoberta de um património que continua a oferecer novas perspetivas sobre a história e a dimensão cultural de Macau.


A Articulação do Espaço Intercontinental de Línguas Portuguesa e Espanhola:uma visão desde a Ásia
17-06-2026
Conferência na Fundação Rui Cunha

17.06.26 -18:30

Speaker: Professor F. Álvaro Durántez Prados

Moderators: Dr. Sales Marques e Dr. Jorge Valente

A palestra terá como propósito debater a cooperação entre os mundos que falam a língua portuguesa e a língua espanhola, designadamente o seu significado geopolítico para o mundo de negócios a entre a China e os países de expressão portuguesa e espanhola.


O Papel de Macau no Multilateralismo Chinês
28-05-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quinta-feira, dia 28 de Maio às 18:30, uma sessão do ciclo Roda de Ideias, intitulada “O Papel de Macau no Multilateralismo Chinês”, com a participação da Prof.ª Doutora Cátia Miriam Costa, Professora e Investigadora do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE-IUL, em Portugal, como oradora convidada.

A palestra irá incidir sobre o tema da «transferência de Macau para a China, estabelecendo-a como uma Região Administrativa Especial, e a transformação da paisagem do território. Graças aos laços históricos com os países lusófonos, durante o período da Administração Portuguesa, Macau emergiu como um território cosmopolita, tradicionalmente aberto ao mundo. Esta longa exposição às ligações internacionais explica a base do papel que o governo central de Pequim atribuiu a Macau», refere a proposta para esta conferência.

O território tornou-se, em consequência, um dos «actores paradiplomáticos da China e a sede da organização internacional por ela criada, o Fórum de Macau. Recentemente, o Governo central decidiu alargar o papel privilegiado de Macau, em matéria de relações externas para incluir as relações com os países de língua espanhola, o que nos leva a reflectir sobre o papel de Macau no multilateralismo chinês».

A Prof.ª Cátia Miriam Costa é uma conceituada investigadora do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, onde tutela como coordenadora o Grupo de Estudos de Política Global e Segurança. Dirige também a Cátedra de Inter-regionalismo e Governação Global no Instituto Europeu de Estudos Internacionais, em Estocolmo. Colabora, regularmente, com a Universidade de Macau (Instituto de Estudos Europeus e Instituto de Estudos Globais e Administração Pública), e ainda com a Universidade da Cidade de Macau.

A sessão será realizada em Inglês.

A entrada é livre.
Não perca!
Por Macau, Mais e Melhor!


Dos Dados à Acção: Construir Modelos de Negócio Induzidos pela IA na RGB
27-05-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quarta-feira, dia 27 de Maio às 18:30, mais uma sessão dos Debates de Direito e Tecnologia, intitulada “Dos Dados à Acção: Construir Modelos de Negócio Induzidos pela IA na RGB, China”, inserida no ciclo sobre Protecção de Dados e Governança, ao abrigo da parceria regular entre a FRC e a USJ, nomeadamente com o Departamento de Direito e Políticas Públicas da Faculdade de Gestão e Direito da Universidade de São José, em Macau.

«Os dados são a nova matéria-prima dos negócios, mas por si só não chegam. Os gestores precisam de os transformar em valor. As empresas estão a utilizar a Inteligência Artificial para construir modelos de negócio orientados por dados, seguindo um caminho claro: dos dados brutos aos insights e à acção», refere o comunicado da USJ.

Em causa estão três níveis de análise. «O primeiro são os Dados como Serviço (DaaS), em que as empresas acedem ou partilham dados não tratados. O segundo é a Informação como Serviço (InfoaaS), que disponibiliza relatórios e dashboards analisados. O terceiro é o Agente como Serviço (AaaS), que se baseia em agentes de IA que decidem, automatizam e executam».

A discussão irá explorar três questões centrais para os futuros gestores. «Em primeiro lugar, como as empresas da Grande Baía utilizam os dados e a IA para inovar os seus modelos de negócio e criar valor. Segundo, como os fornecedores de dados, os facilitadores e os utilizadores interagem entre si. Em terceiro lugar, quais os desafios éticos, regulamentares e de conformidade que as empresas enfrentam durante o tratamento de dados, com especial atenção no contexto da Grande Baía e de Macau».

Coordenado por Ansoumane Douty Diakité, Professor Associado e Chefe do Departamento de Direito e Políticas Públicas da Faculdade de Gestão e Direito (USJ), este ciclo de palestras tem por objectivo reunir académicos, profissionais e decisores políticos de destaque para apresentarem as suas perspectivas sobre situações emergentes, relacionadas com a privacidade, protecção de dados e governança em diferentes jurisdições.

Os oradores convidados para este debate são Ted Choi, Director e Vice-Presidente para os Assuntos Públicos da Macau Computer Society; Terence Lee, Presidente da Sustaincia, Macau; e Daniel Filipe Farinha, Professor Assistente da Faculdade de Artes e Humanidades da USJ. O moderador será Alessandro Lampo, Professor e Chefe do Departamento de Estudos Empresariais da Faculdade de Gestão e Direito da Universidade de São José – Macau (USJ).

O debate será realizado em língua inglesa.

A entrada é livre.
Não perca!
Por Macau, Mais e Melhor!


As Ilhas Desconhecidas
26-05-2026
Ciclo: Conversas Sobre o Livro
"As Ilhas Desconhecidas" de Raul Brandão
Clube de Leitura da Associação Amigos do Livro em Macau

O Clube de Leitura e a Fundação Rui Cunha associam-se na conversa sobre o livro "As Ilhas Desconhecidas", do escritor e jornalista português Raul Brandão (1867-1930), originalmente publicada em 1926, que terá lugar na Galeria da FRC na terça-feira, dia 26 de Maio de 2026, às 18:30.
Um século depois da sua edição, a apresentação do livro será feita pelo orador convidado Frederico Rato, com a participação especial de João Carronda, Miguel Quental e Diane Aguiar.
Segundo o prefácio do autor, «este livro é feito com notas de viagem, quase sem retoques. Apenas ampliei um ou outro quadro, procurando sempre não tirar a frescura às primeiras impressões. Tinha ouvido a um oficial de marinha que a paisagem do arquipélago valia a do Japão. E talvez valha...».
"As Ilhas Desconhecidas - Notas e Paisagens" é considerado um dos mais belos e importantes livros de viagem da literatura portuguesa, e a mais completa homenagem aos arquipélagos atlânticos. Foi também uma obra fundamental na formação da imagem e promoção destes territórios, dentro do país e no exterior.
Em 1924, Raul Brandão fez uma viagem aos Açores e à Madeira, a bordo do navio São Miguel, juntamente com um grupo de intelectuais - entre eles Vitorino Nemésio. Dessa visita, e das suas impressões e anotações, surgiu este livro, onde ele não só descreve com particular fulgor a beleza natural das ilhas, como observa a condição dos seus habitantes.
Tinha então quase 60 anos de idade e uma produção literária diversificada, reveladora de uma sensibilidade estética da palavra. Assim que deixou terra, começou a descrever a vida a bordo do vapor e a paisagem mutante dos mares e dos céus. As notas desta viagem seriam publicadas dois anos depois, quase no formato integral, escritas em directo, pelo repórter do momento, capaz de captar a essência destas ilhas atlânticas.
No livro predominam as cores e as texturas dos Açores, a natureza fulgurante, a paisagem vulcânica, e o lado mais sombrio dos ciclones e da caça às baleias. Quando o navio fundeia, encontra e descreve os mundos isolados, e o cenário de gentes pobres e humildes, as mesmas que conheceu da sua infância na foz do Douro, filho e neto de pescadores.
Raul Brandão reunia na sua pessoa o competente e íntegro jornalista; o dramaturgo que escreveu inúmeras pecas; o artista amador que pintou com palavras o pulsar dos dias, e o melancólico e frustrado espectador da tragédia humana nas suas amargas reflexões. Em todas as obras foi um retratista da realidade dura dos simples, evidenciando o seu humanismo e pendor para uma sociedade mais justa.
O Clube de Leitura reúne, uma vez mais, os membros para uma conversa animada sobre a obra, aberta a todos os interessados que queiram vir aprender algo mais sobre a mesma, ou partilhar as suas impressões.
A sessão será realizada em língua portuguesa, com entrada livre.
Não perca!


Cancelado - Global Powers in South China Sea
21-05-2026
Fundação Rui Cunha 官樂怡基金會 & USJ Faculty of Arts and Humanities

May 21, 2026 - 6:30 pm

Conference: "Global Powers in South China Sea "

Manuel Perez-Garcia

This conference will be held in english


Media, Arte & Tecnologia nas Nove Culturas de Língua Portuguesa
12-05-2026
A Fundação Rui Cunha acolhe hoje, terça-feira, dia 12 de Maio às 18:30, a apresentação do livro “Media, Arte e Tecnologia nas Nove Culturas de Língua Portuguesa”, organizado e editado por José Manuel Simões com a chancela da Universidade de São José, em Setembro de 2025. A obra conta com a participação de uma dúzia de co-autores, que reflectem sobre as mudanças socioculturais trazidas pela evolução tecnológica e mediática nos diferentes países lusófonos.

Com introdução de José Manuel Simões e prefácio de João Nuno Brochado, a colectânea de textos sobre cada um dos países com ligação histórica a Portugal, foi desenvolvida por Wilson Caldeira (Angola), Daniel Farinha (Brasil), Silvino Évora (Cabo Verde), Camará Morto (Guiné-Bissau), Carmen Monereo (Macau), Vanessa Rodrigues (Moçambique), Rui Torres e Fernanda Bonacho (Portugal), José Manuel Simões (São Tomé e Príncipe), Paulo Faustino e Rui Novais (Timor-Leste).

Segundo José Manuel Simões, Director e Professor Associado do Departamento de Media, Arte e Tecnologia da USJ em Macau, esta obra «projecta conhecimento, saber comunicado entre si, para múltiplas e diversificadas audiências. Um livro de afectos que une todos os que falam português», e uma análise conjunta «sobre a tecnologia ao serviço dos campos dos media e da arte, na educação, no sistema informacional e na construção de valores, sobretudo culturais».

Foram analisadas, neste contexto, as «práticas artísticas contemporâneas enquanto elementos que buscam evidenciar, questionar e compreender recentes correntes, criando linguagens verbais e visuais, questões formais e semânticas, palavras, imagens, influências e questões de mercado, evoluções tecnológicas que ampliam a mercantilização cultural, que compreendem e tornam possíveis mudanças socioculturais», refere ainda na sua introdução.

A apresentação do livro na FRC irá contar com a presença de alguns destes autores que se encontram em Macau, nomeadamente João Nuno Brochado, Daniel Farinha, Wilson Caldeira, Filipa Martins e Carmen Monereo, sob a mediação de José Manuel Simões. A conversa será conduzida com o enfoque no desafio exponencial das tecnologias de comunicação, no papel dos media digitais, nas implicações éticas da Inteligência Artificial, na preservação das identidades culturais, entre outras questões que se colocam a estes nove destinos unidos pela língua.

O livro está disponível gratuitamente em versão digital, no site electrónico da Academic Press, em https://books.usj.edu.mo, gerido pela USJ Library.

A sessão vai ser realizada em língua portuguesa.

A entrada é livre.
Não perca!
Por Macau, Mais e Melhor!


Regras Antigas de Responsabilidade Civil Sob Nova Análise
07-05-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quinta-feira, dia 7 de Maio às 18:30, uma conferência intitulada “Regras Antigas de Responsabilidade Civil Sob Nova Análise”, no âmbito do ciclo Reflexões ao Cair da Tarde, com a participação da oradora convidada, Isabel Mousinho de Figueiredo, Professora Auxiliar no Departamento de Estudos de Direito de Macau da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. O moderador será Ricardo Vera-Cruz, Advogado Associado do Escritório de Advocacia de Leonel Alberto Alves.

O tema da conferência explora o desajuste das regras de responsabilidade civil na Alemanha e Inglaterra do séc. XIX e a era moderna da economia digital. A observação de conceitos como “ilegalidade e responsabilidade civil” justificou «recorrer ao direito comparado para esclarecer futuras decisões judiciais».

Isabel Mousinho de Figueiredo reconhece que «as recentes decisões dos jurados nos EUA que condenaram a Meta e a Google representam um progresso bem-vindo, há muito esperado». Isto levanta uma questão mais profunda: que danos devem ser indemnizáveis? O legislador alemão em 1896 restringiu o poder judicial ao exigir a prova de acto voluntário, ilegalidade, culpa, nexo de causalidade e dano para a responsabilidade civil extracontratual. Com isto, apenas os danos físicos devem ser indemnizáveis, a menos que seja claramente declarado o contrário. Mas esta fórmula não ajuda a resolver casos difíceis».

Os conceitos de ‘acto’, ‘ilegalidade’, ‘culpa’, ‘nexo causal’ e ‘dano’ só «auxiliam os decisores com os exemplos clássicos, para os quais foram originalmente desenvolvidos», defende. Ou seja, «a metodologia alemã acaba por ter como resultado o Direito jurisprudencial. A diferença entre o Direito consuetudinário é, portanto, que a regra alemã abrange menos casos. Podemos melhorar ambas as abordagens, fundindo-as e preparando-as para o futuro além do presente digital», é a sua proposta para discussão.

Isabel Mousinho de Figueiredo é professora adjunta na Universidade de Macau, onde lecciona Direito Civil e Comparado. Obteve o seu bacharelato, mestrado e doutoramento pela Universidade de Lisboa, Portugal, e é especializada em Direito Privado. Leccionou Direito Contratual, Direito Processual, Jurisprudência e Direito de Propriedade na Universidade de Lisboa. Foi linguista jurídica no Tribunal de Justiça da União Europeia.

É membro da Ordem dos Advogados de Portugal há mais de 20 anos e é autora de um livro sobre Direito de Responsabilidade Civil, além de outras publicações jurídicas em inglês, alemão, italiano, espanhol e português.

O evento será realizado em Inglês.

A entrada é livre.
Não perca!
Por Macau, Mais e Melhor!


Quando Escrever É Ouvir com Força
27-04-2026
PAUTA DE HISTÓRIAS
"António Lobo Antunes: Quando escrever é ouvir com força"


A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, segunda-feira, dia 27 de Abril às 18:30, uma conferência intitulada “António Lobo Antunes: Quando escrever é ouvir com força”, inserida no ciclo de Pauta de Histórias, com a presença do Prof. Doutor Sérgio Guimarães de Sousa, Professor Catedrático do Departamento de Português da Universidade de Macau, como orador convidado .

«Nesta conferência, pretende-se oferecer uma visão panorâmica da obra de António Lobo Antunes, de modo a enfatizar o merecimento literário ímpar da sua vasta criação romanesca», propõe o orador e especialista, homenageando esse «gigante da nossa literatura» que nos deixou no passado dia 5 de Março de 2026.

O título reflecte o entendimento de António Lobo Antunes sobre a escrita, não como um acto de invenção pura, mas como um processo de escuta intensa e profunda do que está oculto: as vozes interiores, as memórias e a realidade, muitas vezes dolorosa. A expressão terá surgido numa entrevista, após a publicação de um dos seus livros, quando questionado sobre o projecto seguinte. O escritor e médico psiquiatra terá respondido que se sentia «angustiado, à espera que surjam novas vozes». E justificaria que «escrever é escutar com mais força. É só organizar as vozes, é um delírio organizado».

Repetidamente indicado como potencial candidato ao Prémio Nobel da Literatura, António Lobo Antunes foi um autor lúcido e atormentado, acutilante e sorumbático, dono de uma melancolia seca, muitas vezes irónica, resultante das experiências que o marcariam para a vida: a guerra do ultramar, a medicina e a escrita. A passagem por Angola, onde foi alferes miliciano durante a Guerra Colonial, está reflectida em grande parte da sua obra, de modo inequívoco e fracturante.

O orador desta sessão, Sérgio Guimarães de Sousa, é Doutorado em Literatura Portuguesa pela Universidade do Minho, onde começou a leccionar em 1997. Não obstante a sua especialização em estudos camilianos, é co-autor do “Dicionário da Obra de António Lobo Antunes”, dois volumes, publicado pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda em 2008, ao lado de Maria Alzira Seixo, Graça Abreu, Eunice Cabral, Maria Fernanda Afonso, e Agripina Carriço Vieira. Em 2015, a Texto Editora lançou também a obra “Quem sou eu? Ensaios sobre António Lobo Antunes”, em que é autor individual do VI Volume da Colecção António Lobo Antunes.

Actualmente a leccionar na Universidade de Macau, Sérgio Guimarães de Sousa foi ainda Professor Convidado na Universidade Blaise Pascal (Clermont Ferrand, França) e na Universidade de São Paulo, Brasil; foi FLAD/Visiting Associate Professor na Brown University, nos EUA, e Associate Professor na mesma instituição, por concurso internacional; foi também Professor Visitante na University of Massachusetts Dartmouth, EUA, e na Universidade Federal do Paraná, Brasil. É Coordenador Científico do Centro de Estudos e da Casa-Museu de Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, Conselheiro da Cátedra Camilo Castelo Branco (Universidade de Lisboa / Câmara Municipal de Sintra), Director do Centro de Estudos Mirandinos e membro dos órgãos sociais da Fundação Cupertino de Miranda. É também membro do PEN Club português, da Associação Portuguesa de Críticos Literários e da Associação Portuguesa de Estudos Franceses.

A sessão será realizada em língua portuguesa.

A entrada é livre.
Não perca!
EM ABRIL, CELEBRE CONNOSCO
CONSULTE TODOS OS DESTAQUES
Novo Lançamento de Livro
Site by omsite.com