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Data Protection Series
27-05-2026
Date: 27 May 2026
Time: 18:30-20:00 Place: Rui Cunha Foundation (Avenida da Praia Grande, 749, Macao Peninsula, MO) Topic: From Data to Action: Building AI-Driven Business Models in the GBA, China Description Data is the new raw material of business, but data alone is not enough. Managers need to turn it into value. Companies are using AI to build data-driven business models along a clear path: from raw data to insights to action. This talk highlights three patterns. First is Data-as-a-Service (DaaS), where companies access or share unprocessed data. Second is Information-as-a-Service (InfoaaS), which provides analyzed reports and dashboards. Third is Agent-as-a-Service (AaaS), which relies on AI agents that decide, automate, and execute. The discussion explores three core issues relevant for future managers. First, how GBA firms use data and AI to innovate their business models and create value. Second, how data providers, facilitators, and users interact with one another. Third, what ethical, regulatory, and compliance challenges firms face during data processing, with special attention to the GBA and Macao context. Speakers: Ted Choi, Macao Computer Society Director & Vice Chairman of Public Affairs | ex- Microsoft | ex-Salesforce | ex-SAP | ex-IBM | Investor | Board Advisor Terence Lee, President of Sustaincia, Macau Daniel Filipe Farinha, Assistant Professor/ Faculty of Arts and Humanities-USJ Moderator: Prof. Alessandro Lampo, Head of the Department of Business Studies, FBL/USJ Organizers: Department of Law and Public Policy of FBL-USJ and Rui Cunha Foundation Place: Rui Cunha Foundation (Avenida da Praia Grande, 749, Macao Peninsula, MO)
Cancelado - Global Powers in South China Sea
21-05-2026
Fundação Rui Cunha 官樂怡基金會 & USJ Faculty of Arts and Humanities
May 21, 2026 - 6:30 pm Conference: "Global Powers in South China Sea " Manuel Perez-Garcia This conference will be held in english
Media, Arte & Tecnologia nas Nove Culturas de Língua Portuguesa
12-05-2026
A Fundação Rui Cunha acolhe hoje, terça-feira, dia 12 de Maio às 18:30, a apresentação do livro “Media, Arte e Tecnologia nas Nove Culturas de Língua Portuguesa”, organizado e editado por José Manuel Simões com a chancela da Universidade de São José, em Setembro de 2025. A obra conta com a participação de uma dúzia de co-autores, que reflectem sobre as mudanças socioculturais trazidas pela evolução tecnológica e mediática nos diferentes países lusófonos.
Com introdução de José Manuel Simões e prefácio de João Nuno Brochado, a colectânea de textos sobre cada um dos países com ligação histórica a Portugal, foi desenvolvida por Wilson Caldeira (Angola), Daniel Farinha (Brasil), Silvino Évora (Cabo Verde), Camará Morto (Guiné-Bissau), Carmen Monereo (Macau), Vanessa Rodrigues (Moçambique), Rui Torres e Fernanda Bonacho (Portugal), José Manuel Simões (São Tomé e Príncipe), Paulo Faustino e Rui Novais (Timor-Leste). Segundo José Manuel Simões, Director e Professor Associado do Departamento de Media, Arte e Tecnologia da USJ em Macau, esta obra «projecta conhecimento, saber comunicado entre si, para múltiplas e diversificadas audiências. Um livro de afectos que une todos os que falam português», e uma análise conjunta «sobre a tecnologia ao serviço dos campos dos media e da arte, na educação, no sistema informacional e na construção de valores, sobretudo culturais». Foram analisadas, neste contexto, as «práticas artísticas contemporâneas enquanto elementos que buscam evidenciar, questionar e compreender recentes correntes, criando linguagens verbais e visuais, questões formais e semânticas, palavras, imagens, influências e questões de mercado, evoluções tecnológicas que ampliam a mercantilização cultural, que compreendem e tornam possíveis mudanças socioculturais», refere ainda na sua introdução. A apresentação do livro na FRC irá contar com a presença de alguns destes autores que se encontram em Macau, nomeadamente João Nuno Brochado, Daniel Farinha, Wilson Caldeira, Filipa Martins e Carmen Monereo, sob a mediação de José Manuel Simões. A conversa será conduzida com o enfoque no desafio exponencial das tecnologias de comunicação, no papel dos media digitais, nas implicações éticas da Inteligência Artificial, na preservação das identidades culturais, entre outras questões que se colocam a estes nove destinos unidos pela língua. O livro está disponível gratuitamente em versão digital, no site electrónico da Academic Press, em https://books.usj.edu.mo, gerido pela USJ Library. A sessão vai ser realizada em língua portuguesa. A entrada é livre. Não perca! Por Macau, Mais e Melhor!
Regras Antigas de Responsabilidade Civil Sob Nova Análise
07-05-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quinta-feira, dia 7 de Maio às 18:30, uma conferência intitulada “Regras Antigas de Responsabilidade Civil Sob Nova Análise”, no âmbito do ciclo Reflexões ao Cair da Tarde, com a participação da oradora convidada, Isabel Mousinho de Figueiredo, Professora Auxiliar no Departamento de Estudos de Direito de Macau da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. O moderador será Ricardo Vera-Cruz, Advogado Associado do Escritório de Advocacia de Leonel Alberto Alves.
O tema da conferência explora o desajuste das regras de responsabilidade civil na Alemanha e Inglaterra do séc. XIX e a era moderna da economia digital. A observação de conceitos como “ilegalidade e responsabilidade civil” justificou «recorrer ao direito comparado para esclarecer futuras decisões judiciais». Isabel Mousinho de Figueiredo reconhece que «as recentes decisões dos jurados nos EUA que condenaram a Meta e a Google representam um progresso bem-vindo, há muito esperado». Isto levanta uma questão mais profunda: que danos devem ser indemnizáveis? O legislador alemão em 1896 restringiu o poder judicial ao exigir a prova de acto voluntário, ilegalidade, culpa, nexo de causalidade e dano para a responsabilidade civil extracontratual. Com isto, apenas os danos físicos devem ser indemnizáveis, a menos que seja claramente declarado o contrário. Mas esta fórmula não ajuda a resolver casos difíceis». Os conceitos de ‘acto’, ‘ilegalidade’, ‘culpa’, ‘nexo causal’ e ‘dano’ só «auxiliam os decisores com os exemplos clássicos, para os quais foram originalmente desenvolvidos», defende. Ou seja, «a metodologia alemã acaba por ter como resultado o Direito jurisprudencial. A diferença entre o Direito consuetudinário é, portanto, que a regra alemã abrange menos casos. Podemos melhorar ambas as abordagens, fundindo-as e preparando-as para o futuro além do presente digital», é a sua proposta para discussão. Isabel Mousinho de Figueiredo é professora adjunta na Universidade de Macau, onde lecciona Direito Civil e Comparado. Obteve o seu bacharelato, mestrado e doutoramento pela Universidade de Lisboa, Portugal, e é especializada em Direito Privado. Leccionou Direito Contratual, Direito Processual, Jurisprudência e Direito de Propriedade na Universidade de Lisboa. Foi linguista jurídica no Tribunal de Justiça da União Europeia. É membro da Ordem dos Advogados de Portugal há mais de 20 anos e é autora de um livro sobre Direito de Responsabilidade Civil, além de outras publicações jurídicas em inglês, alemão, italiano, espanhol e português. O evento será realizado em Inglês. A entrada é livre. Não perca! Por Macau, Mais e Melhor!
Quando Escrever É Ouvir com Força
27-04-2026
PAUTA DE HISTÓRIAS
"António Lobo Antunes: Quando escrever é ouvir com força" A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, segunda-feira, dia 27 de Abril às 18:30, uma conferência intitulada “António Lobo Antunes: Quando escrever é ouvir com força”, inserida no ciclo de Pauta de Histórias, com a presença do Prof. Doutor Sérgio Guimarães de Sousa, Professor Catedrático do Departamento de Português da Universidade de Macau, como orador convidado . «Nesta conferência, pretende-se oferecer uma visão panorâmica da obra de António Lobo Antunes, de modo a enfatizar o merecimento literário ímpar da sua vasta criação romanesca», propõe o orador e especialista, homenageando esse «gigante da nossa literatura» que nos deixou no passado dia 5 de Março de 2026. O título reflecte o entendimento de António Lobo Antunes sobre a escrita, não como um acto de invenção pura, mas como um processo de escuta intensa e profunda do que está oculto: as vozes interiores, as memórias e a realidade, muitas vezes dolorosa. A expressão terá surgido numa entrevista, após a publicação de um dos seus livros, quando questionado sobre o projecto seguinte. O escritor e médico psiquiatra terá respondido que se sentia «angustiado, à espera que surjam novas vozes». E justificaria que «escrever é escutar com mais força. É só organizar as vozes, é um delírio organizado». Repetidamente indicado como potencial candidato ao Prémio Nobel da Literatura, António Lobo Antunes foi um autor lúcido e atormentado, acutilante e sorumbático, dono de uma melancolia seca, muitas vezes irónica, resultante das experiências que o marcariam para a vida: a guerra do ultramar, a medicina e a escrita. A passagem por Angola, onde foi alferes miliciano durante a Guerra Colonial, está reflectida em grande parte da sua obra, de modo inequívoco e fracturante. O orador desta sessão, Sérgio Guimarães de Sousa, é Doutorado em Literatura Portuguesa pela Universidade do Minho, onde começou a leccionar em 1997. Não obstante a sua especialização em estudos camilianos, é co-autor do “Dicionário da Obra de António Lobo Antunes”, dois volumes, publicado pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda em 2008, ao lado de Maria Alzira Seixo, Graça Abreu, Eunice Cabral, Maria Fernanda Afonso, e Agripina Carriço Vieira. Em 2015, a Texto Editora lançou também a obra “Quem sou eu? Ensaios sobre António Lobo Antunes”, em que é autor individual do VI Volume da Colecção António Lobo Antunes. Actualmente a leccionar na Universidade de Macau, Sérgio Guimarães de Sousa foi ainda Professor Convidado na Universidade Blaise Pascal (Clermont Ferrand, França) e na Universidade de São Paulo, Brasil; foi FLAD/Visiting Associate Professor na Brown University, nos EUA, e Associate Professor na mesma instituição, por concurso internacional; foi também Professor Visitante na University of Massachusetts Dartmouth, EUA, e na Universidade Federal do Paraná, Brasil. É Coordenador Científico do Centro de Estudos e da Casa-Museu de Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, Conselheiro da Cátedra Camilo Castelo Branco (Universidade de Lisboa / Câmara Municipal de Sintra), Director do Centro de Estudos Mirandinos e membro dos órgãos sociais da Fundação Cupertino de Miranda. É também membro do PEN Club português, da Associação Portuguesa de Críticos Literários e da Associação Portuguesa de Estudos Franceses. A sessão será realizada em língua portuguesa. A entrada é livre. Não perca! EM ABRIL, CELEBRE CONNOSCO
O Papel do Tribunal na Arbitragem
22-04-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta na quarta-feira, dia 22 de Abril às 18:30 horas, uma palestra do ciclo Temas de Direito, sobre “O Papel do Tribunal na Arbitragem”, sob a responsabilidade da Drª Teresa Leong, com o propósito de abordar as diferentes formas de intervenção judicial, tendo como pano de fundo o regime legal da arbitragem vigente em Macau.
Organizadas pelo CRED-DM – Centro de Reflexão, Estudo e Difusão do Direito de Macau da Fundação Rui Cunha, este ciclo de conferências pretende abordar, de forma prática e explicativa, temas relevantes do dia-a-dia de todos os operadores judiciários de Macau, um projecto iniciado em anos anteriores com grande interesse e adesão pela classe. Segundo a responsável, «a arbitragem é uma alternativa ao processo judicial. A sua escolha passa, muitas vezes, pela pretensão dos litigantes se verem livres dos problemas de morosidade, falta de flexibilidade, etc., de que padece o sistema de justiça pública, cada vez mais visto como incapaz de acomodar os específicos interesses e necessidades dos litigantes. Paradoxalmente, antes do início do processo arbitral, no decurso do mesmo, ou até depois de proferida a decisão arbitral, os litigantes podem ser obrigados a voltar a pedir a intervenção dos tribunais judiciais, a fim de melhor proteger os seus interesses. Isso ocorre, não apenas quando é necessário assegurar a legalidade do processo arbitral, como quando a arbitragem não consegue, pelos seus próprios meios, proporcionar aos litigantes uma solução cabal do litígio». Nesta sessão será discutido o regime legal da arbitragem no território, do qual fazem parte várias convenções internacionais e acordos regionais. «Através dessa abordagem, procurar-se-á dar aos participantes uma visão articulada e panorâmica desta intervenção, com especial destaque para um princípio de relevância na arbitragem: a competência-competência [princípio legal que estabelece a autoridade do Tribunal para decidir sobre a sua jurisdição]», acrescenta a ex-magistrada. A sessão vai ser realizada em língua inglesa, ou em português dependendo da audiência. Esta é a segunda palestra sobre o tema, depois da versão em língua chinesa que decorreu no passado dia 14 de Abril de 2026, com grande afluência de público à Galeria da FRC. A entrada é livre. Não perca! EM ABRIL, CELEBRE CONNOSCO
A Diocese de Macau – Scientia et Virtus
15-04-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quarta-feira, dia 15 de Abril às 18:30, a primeira conversa de Serões com Histórias desde 2024, intitulada “A Diocese de Macau – Scientia et Virtus: Corolário de um impulso com História”, que será protagonizada pela professora e investigadora de História, Beatriz Basto da Silva, via Zoom desde Coimbra, Portugal. O evento é co-organizado pela Associação dos Antigos Alunos da Escola Comercial Pedro Nolasco (AAAEC).
Nesta sessão, moderada por José Basto da Silva, Presidente da AAAEC, a oradora convidada irá falar sobre a criação da Diocese de Macau, há exactamente 450 anos, pela mão do Papa Gregório XIII, o 226º sumo pontífice da Igreja Católica. «A legitimação outorgada pela Bula de Gregório XIII, em 1576, consagra em seus termos a criação da Diocese em Macau. Ao novo Bispo é conferida a necessária jurisdição para actuar no Extremo-Oriente», esclarece a especialista. Esta decisão «teve as raízes nas bulas papais do Século XV, conducentes ao documento “Inter Cætere” do Papa Calisto III (1456). Por sua doutrina é criado o “Padroado Português”, centelha que incendeia a propagação da Fé Cristã. (…) Expansão e Evangelização chegam de mãos dadas até ao assunto que nos traz aqui: a “Super Specula Militantis Ecclesiæ”», que viria a erigir, a 23 de Janeiro de 1576, a Diocese de Macau». Inicialmente com jurisdição eclesiástica sobre a China, o Japão e as ilhas adjacentes, a sua criação confirmaria o papel que a então colónia portuguesa de Macau desempenhava, como centro de formação e de partida de missionários católicos, nomeadamente jesuítas, para os diferentes países da Ásia. «Não consideramos que tal instrumento apostólico seja, na conjuntura, um ponto de chegada, nem se revelará só um ponto de partida. Diremos talvez que, à luz dessa nova energia, eclode em Macau um fecundo viveiro de rápido crescimento», identifica Beatriz Basto da Silva, para quem a história do território tem sido a sua principal área de interesse e dedicação. Beatriz Amélia Alves de Sousa Oliveira Basto da Silva nasceu na Anadia, Portugal, em 1944, e licenciou-se em História pela Universidade de Coimbra. Chegou em 1970 a Macau, onde foi professora de História no ensino secundário e também professora da cadeira de História de Macau no Centro de Formação de Magistrados. Desempenhou outros cargos de relevo locais, tais como os de Directora da Escola do Magistério Primário e Directora do Arquivo Histórico de Macau, desde a sua criação, em 1979, até 1984. Foi deputada nomeada da V Legislatura da Assembleia Legislativa de Macau, de 1992 a 1996, e integrou o Conselho de Gestão da Fundação Macau, quando se reformou da Função Pública. Pertenceu a diversas associações, nomeadamente a Associação Promotora da Instrução dos Macaenses (APIM), a Santa Casa da Misericórdia e a Asianostra/Estudo de Culturas. Além disso, é Membro Académico Correspondente da Sociedade Portuguesa de História, Membro do Conselho Internacional de Arquivos e sócia efectiva da Sociedade de Geografia de Lisboa. Tem várias obras publicadas e conferências proferidas, além de vasta colaboração dispersa por revistas culturais de Macau e de Portugal. A investigadora regeu ainda cursos na área da sua especialidade, tendo feito parte de diversas Comissões, criadas pelo Governo e pela Diocese de Macau. O evento será realizado em Português. A entrada é livre. Não perca! EM ABRIL, CELEBRE CONNOSCO!
O Papel do Tribunal na Arbitragem
14-04-2026
Temas de Direito
"O Papel do Tribunal na Arbitragem" Drª Teresa Leong 14 de Abril de 2026 A arbitragem é uma alternativa ao processo judicial. A opção por ela passa, muitas vezes, pela pretensão dos litigantes se verem livres dos problemas de morisidade, falta de flexibilidade, etc, de que padece o sistema de justiça pública, cada vez mais visto como incapaz de acomodar os específicos interesses e necessidades dos litigantes. Paradoxalmente, antes do início do processo arbitral, no decurso do mesmo ou até depois de proferida a decisão arbitral, os ligitantes podem ser obrigados a voltar a pedir a intervenção dos tribunais judiciais, a fim de melhor proteger os seus interesses. Isso ocorre, não apenas quando é necessário assegurar a legalidade do processo arbitral, como quando a arbitragem não consegue, pelos seus próprios meios, proporcionar aos litigantes uma solução cabal do litígio. Nesta sessão será feita uma abordagem das diferentes formas de intervenção judicial, tendo como pano de fundo o regime legal da arbitragem vigente em Macau, do qual fazem parte vários convenções internacionais e acordos regionais. Através dessa abordagem, os participantes vão poder ter uma visão articulada e panorâmica desta intervenção, com especial destaque para um princípio de relevância na arbitragem: a competência-competência (princípio legal que estabelece a autoridade do Tribunal para decidir sobre a sua jurisdição). O evento será realizado em Chinês. EM ABRIL, CELEBRE CONNOSCO Não perca!
A Oriente do Silêncio e outros Poemas
13-04-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta na segunda-feira, dia 13 de Abril às 18:30, o Lançamento do Livro “A Oriente do Silêncio e outros Poemas”, da autoria de Rui Rocha, uma sessão co-organizada pela Associação dos Amigos do Livro em Macau. A apresentação será feita por Vera Borges, Professora Associada da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais e coordenadora do Programa de Português da Universidade da Cidade de Macau.
“A Oriente do Silêncio e Outros Poemas” é uma obra que reúne três livros do autor: dois já esgotados, “A Oriente do Silêncio” (Esfera do Caos, 2012) e “Taotologias” (Labirinto, 2016), agora em segundas edições corrigidas e aumentadas, e um terceiro inédito intitulado “Uma Poética da Morte”. Publicado pela editora N9NA Poesia, neste mês de Abril de 2026, o novo volume inclui, além da trilogia, recensões críticas dos dois primeiros livros e uma nota introdutória do autor sobre a corrente literária chinesa que inspirou o seu novo trabalho, uma tradição poética com origem no Budismo Chan (Zen). A poesia de Rui Rocha são registos do instante subtil, totalizante, intuitivo e, por isso mesmo, simples e conciso, captando a essência das tradições poéticas da China e do Japão. É um relato sensível do aqui e agora do lugar, transcendendo a dimensão do texto, reservando um espaço para o silêncio entre as palavras. «O poema da morteé um género de poesia que surgiu na tradição literária da China, tendo tal tradição literária sido legada aos países culturalmente tributários da China, como o Japão, a Coreia e o Vietname», revela o próprio numa breve nota introdutória a esta sua última obra de originais. O Budismo Chan foi introduzido pela primeira vez no Japão em 653-656, adoptando o nome “Zen”, na transcrição fonética da palavra chinesa para a língua japonesa. «Das ideias centrais do Chan (Zen), para além da meditação nas suas formas mais diversas, destacaria três: o conceito vazio, vacuidade (sunyata), vazio que significa ausência de essência nas coisas, mas não a sua não-existência como fenómenos – conceito, de resto, igualmente presente no Taoísmo –; o conceito de transitoriedade, de finitude em que a consciência do ciclo natural da vida e da morte se inscrevem; o conceito do viver “aqui e o agora”, pois o aqui e agora é o único momento real que existe na finitude do nosso fio do tempo. A poesia sobre a morte é afinal, paradoxalmente, uma reflexão sobre a importância da vida na sua finitude», acrescenta ainda. Rui Rocha nasceu em Lisboa em 1948, descendente de uma família luso-chinesa, que vive no território há cerca de quatro décadas. Trabalhou na administração pública local, foi director da Fundação Oriente e do Instituto Português do Oriente, e exerceu funções docentes no Ensino Superior. Aposentou-se em 2017 do cargo de Director do Departamento de Língua Portuguesa e Cultura dos Países de Língua Oficial Portuguesa da Universidade da Cidade de Macau. A formação académica em Sociologia, Ciência Política e Educação e Interculturalidade viria a influenciar toda a sua produção literária, com a geografia poética de Macau a permear a génese textual dos seus poemas. O lançamento do livro “A Oriente do Silêncio e outros Poemas”, de Rui Rocha, está inserido no contexto da Exposição Colectiva de Fotografia e Arte, “Vanitas — Reflexões sobre Transitoriedade e Legado”, que decorre na Galeria da Fundação Rui Cunha até ao dia 18 de Abril de 2026. O evento será realizado em Português. A entrada é livre. Não perca! EM ABRIL, CELEBRE CONNOSCO!
Cumulação de pedidos no CPAC
25-03-2026
Workshop de Direito
"Cumulação de pedidos no CPAC" Dra. Tou Wai Fong (Endy) 法律工作坊 《行政訴訟法典規定的請求的合倂》 由杜慧芳 Fundação Rui Cunha 官樂怡基金會 Língua: Chinês, com recurso a terminologia jurídica portuguesa. 語言:中文,同時會用上葡文法律詞𢑥。 Formato e Objectivos da Actividade: A sessão terá em vista uma discussão abranjente das diversas questões respeitantes à forma de interpretação dos requisitos previstos no CPAC - Código do Processo Administrativo Contencioso (Decreto-Lei n.o 110/99/M) que rege as acções e recursos contra actos da Administração Pública. 活動舉行的方式和目標: 講座旨在綜合討論應如何解釋,行政訴訟法典(第110/99/M 號法令)針對行政當局之訴及司法上訴規定的各種要件。 Morada: Fundação Rui Cunha, Avenida da Praia Grande, 749, Macau, Galeria da FRC. 地址: 官樂怡基金會 澳門南灣大馬路749號聯邦大廈 官樂怡基金會畫廊 A inscrição é gratuita e garantida (máximo de 20 participantes). As inscrições já estão abertas através do telefone 28923288 ou do e-mail info@ruicunha.org.+ 853 2892 3288 活動將以中文進行。保證參加名額(最多 20 名參加者)的報名是免費的,現已開始接受報名,可撥打電話 28923288 或發送電子郵件至 info@ruicunha.org。+ 853 2892 3288 Inscreva-se já! 請即報名! |
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