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Ser Macaense no Século XXI
11-02-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quarta-feira, dia 11 de Fevereiro às 18:30, mais uma sessão do ciclo de conferências subordinadas ao tema Ser Macaense no Século XXI – Cultura, Tradição, Identidade, Desafios, com a terceira mesa-redonda intitulada “Gastronomia Macaense e os Desafios da sua Divulgação”.
A sessão será conduzida por José Luís de Sales Marques, Presidente do Conselho das Comunidades Macaenses, reunindo como oradoras convidadas as chefes Antonieta Manhão (Neta), professora de culinária macaense na Universidade de Turismo de Macau; Florita Alves, do Restaurante La Famiglia; Marina Senna Fernandes, do Restaurante Macaísta; e Sónia Palmer, proprietária da Cozinha Aida, quatro distintas representantes locais das artes de confecção da culinária tradicional. «A Gastronomia Macaense é reconhecida pela sua originalidade, transportando os seus sabores e aromas aos quatro cantos do Mundo, por onde viajaram os Portugueses! É uma colheita do mundo global e, por isso, merecidamente considerada a primeira cozinha de fusão do Mundo. É, por esta razão, também um marco singular da identidade Macaense, e património intangível de Macau e da República Popular da China, prestando um significativo contributo para a classificação de Macau, pela Unesco em 2017, como Cidade Criativa da Gastronomia. Todavia, vai ainda uma grande distância entre o reconhecimento e a sua divulgação, tornando-a acessível ao grande público», refere a organização do evento. A sessão pretende abordar «o modo de vida dos macaenses, a comunidade ou as comunidades, em Macau e na diáspora, e os seus desafios diários para manter o ser e o sentir da realidade macaense», historicamente entre duas culturas: portuguesa e chinesa. O propósito da conferência, e das próximas neste ciclo, é uma «discussão construtiva a olhar para o presente e o futuro, sem esquecer a tradição e os diferenciados marcos identitários, em especial a Gastronomia e o Teatro em Patuá, ambos Património Imaterial da RAEM e da RPC», segundo os organizadores. A mesa-redonda vai ser realizada em língua portuguesa. A entrada é livre. Não perca! Por Macau, Mais e Melhor!
O Impacto da IA na Sociedade
03-02-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta na terça-feira, dia 3 de Fevereiro às 18:30, uma sessão do ciclo Roda de Ideias, intitulada “O Impacto da Inteligência Artificial na Sociedade: Uma Perspectiva Psicológica”, com a participação especial do orador convidado, Prof. Doutor Christian Montag, Distinto Catedrático do Centro de Ciências Cognitivas e Cerebrais (CCBS) da Universidade de Macau.
Desde o lançamento do ChatGPT, o mundo questiona-se sobre como a Inteligência Artificial irá moldar as sociedades. «Estas discussões carecem frequentemente de critérios de avaliação quantificáveis, não indo além de opiniões entre os pessimistas e os optimistas da IA. A realidade é muito mais complexa. Neste contexto, o sistema de referência IMPACT será apresentado como um guia para avaliar com maior precisão o impacto da Inteligência Artificial nas sociedades. A sigla IMPACT refere-se à Interacção entre a Modalidade, a Pessoa, a Área, o País/Cultura e a Transparência — todas variáveis que devem ser consideradas para compreender como a IA, uma tecnologia de uso geral comparável à electricidade, pode ser medida e calculada», sugere o especialista. O Prof. Christian Montag juntou à Universidade de Macau em Abril de 2025 como Director Associado do Instituto de Inovação Colaborativa (ICI) da UM. O seu trabalho centra-se na intersecção entre a psicologia, a neurociência e as tecnologias digitais, incluindo o impacto da Inteligência Artificial no comportamento e a fenotipagem digital, áreas onde fez progressos significativos. É formado Psicologia pela Universidade de Giessen, na Alemanha (2006), e fez o Doutoramento também em Psicologia pela Universidade de Bona, Alemanha (2009), onde veio a fazer a sua Dissertação de Habilitação “vénia legendi” (permissão para leccionar) em 2011. No ano passado, o Prof. Christian Montag foi nomeado para a prestigiada lista dos 2% melhores cientistas do mundo em 2025. Este ranking, compilado pela Universidade de Stanford (Califórnia, EUA), avalia os cientistas com base em indicadores padronizados e amplamente reconhecidos. Publicou mais de 400 publicações revistas por pares, o seu trabalho aborda questões urgentes, como as perturbações do uso da internet e a influência da IA na saúde mental. A sessão será realizada em Inglês. A entrada é livre. Não perca! Por Macau, Mais e Melhor!
O Comércio da Pintura em Macau
28-01-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quarta-feira, dia 28 de Janeiro às 18:30, a conferência "On Macau Trade Paintings: Creating a new painting category", conduzida pela investigadora e Professora Doutora Cristina Osswald, especialista em História da Arte Global, com enfoque na Ásia, que resulta de um projecto de investigação sobre o multilateralismo na arte, financiado pela Universidade Politécnica de Macau e pela Universidade de Sevilha, em Espanha.
A discussão, no âmbito do ciclo Pauta de Histórias, vai incidir sobre diversas representações artísticas de Macau e da região do Delta do Rio das Pérolas, produzidas nos séculos XVIII e XIX e exibidas no Ocidente. A apresentação pretende «abordar uma nova categoria de pintura, as Pinturas Comercializadas de Macau, distintas das Pinturas Comercializadas da China. Este conjunto relativamente pequeno, de cerca de trezentas pinturas, data de um curto período de tempo, entre o final do século XVIII e meados do século XIX», segundo a proposta da oradora convidada. «O Comércio da Arte em Macau surgiu a partir de encomendas, originalmente de mecenas ocidentais (raramente portugueses), seguidas de pedidos de clientes chineses e de outros países asiáticos. Estas pinturas foram produzidas por pintores ocidentais, na sua maioria amadores que viviam ou visitavam Macau, inspirados em protótipos levados para o Ocidente, e com a participação de alguns pintores profissionais chineses e oficinas de artesãos». Além de pinturas a óleo sobre tela, «as especificidades urbanas e arquitectónicas de Macau foram também representadas em aguarelas, guache e, em menor escala, em pinturas reversas em vidro e em pinturas chinesas em papel de arroz. Exemplos destas paisagens incluem os portos marítimos, as vistas do porto, as paisagens rurais, os diferentes rituais religiosos, o quotidiano da sua população multiétnica e a emergência de Macau como centro turístico internacional», refere Cristina Osswald. A investigadora acredita que «a compreensão desta produção artística requer uma estratégia de investigação multidisciplinar, que integre dados e ferramentas metodológicas de um vasto leque de disciplinas, incluindo a literatura, a sociologia e a história económica. A participação de pintores ocidentais e chineses e o mecenato misto, a fusão de técnicas locais com técnicas e materiais ocidentais, e os temas que reflectem a administração portuguesa de Macau, a presença de ocidentais no contexto do Comércio de Arte de Cantão e o contexto chinês mais amplo, contribuíram para este carácter transcultural particular», que interessa estudar como um fenómeno próprio. Cristina Osswald é uma historiadora portuguesa de Arte e Cultura do início da Idade Moderna, com especialização no Império Ultramarino Português. É doutorada pelo Instituto Universitário Europeu (Departamento de História e Civilização), em Florença, Itália, com uma tese sobre a Arte Jesuíta em Goa (1542-1655). Actualmente a leccionar na Universidade Politécnica de Macau, é também a investigadora principal de um projecto sobre Artes e Arquitectura Globais durante a Dinastia Qing. O evento será realizado em língua inglesa. A entrada é livre. Não perca! Por Macau, Mais e Melhor!
Debates de Direito e Tecnologia
14-01-2026
A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quarta-feira, dia 14 de Janeiro às 18:30, mais uma sessão dos Debates de Direito e Tecnologia, intitulada “Harmonização das Normas de Protecção de Dados: Tendências e Desafios”, inserida no novo ciclo sobre Protecção de Dados e Governança, ao abrigo da parceria recente entre a FRC e o Departamento de Direito e Políticas Públicas da Faculdade de Gestão e Direito da Universidade de São José, em Macau.
«Num mundo globalizado, caracterizado por fluxos constantes de dados que cruzam fronteiras, a harmonização das normas de protecção de dados representa um caminho promissor na redução dos custos com as transacções e na facilitação da conformidade. Esta sessão reúne um conjunto de oradores que vão examinar as experiências mais comuns e os principais desafios, na uniformização dos padrões que possam salvaguardar a protecção dos dados de cada um», refere o comunicado da USJ. Coordenado por Ansoumane Douty Diakité, Professor Associado e Chefe do Departamento de Direito e Políticas Públicas da Faculdade de Gestão e Direito (USJ), este ciclo de palestras tem por objectivo reunir académicos, profissionais e decisores políticos de destaque para apresentarem as suas perspectivas sobre situações emergentes, relacionadas com a privacidade, protecção de dados e governança em diferentes jurisdições. Os oradores convidados para este debate são o próprio Prof. Ansoumane Diakité, pela Universidade de São José; o Dr. José Lupi, Advogado e Managing Partner da Lupi & Associados de Macau; e o Dr. Igor Gonçalves, Advogado e Sócio da APSV Advogados no Brasil. O moderador será o Prof. Ângelo Patrício Rafael, Assistente na Faculdade de Gestão e Direito da Universidade de São José – Macau (USJ). O debate será realizado em língua inglesa. A entrada é livre. Não perca! Por Macau, Mais e Melhor!
Workshop de Direito
09-01-2026
法律工作坊
課題:刑事訴訟中的事實審瑕疵 語言:中文,同時會用上葡文法律詞𢑥 活動舉行的方式和目標:與會者將共同分析和討論刑事訴訟法典第四百條第二款的相關應用問題。 Chinês,法律工作坊 Dr. Chan Kuong Seng (Daniel) - Workshop de Direito "Vícios do Julgamento de Facto em Processo Penal Local: Auditório do 1.o Andar Sessão com registo de inscrição prévio Língua a utilizar: Chinês, com uso simultâneo de termos jurídicos portugueses. Forma e objectivo de realização do evento: Os participantes irão analisar e discutir em conjunto diversas questões respeitantes à aplicação do número 2 do artigo 400 do Código de Processo Penal. 宣樂怡基金會/一樓禮堂 2026年1月09日.15:30 Inscreva-se já! 請即報名! Fundação Rui Cunha – Auditório – 1º Andar 官樂怡基金會 – 一樓禮堂 + 85328923288 info@ruicunha.org
Colonial Citizenship: The Macau Route
08-01-2026
A Fundação Rui Cunha acolhe na quinta-feira, dia 8 de Janeiro pelas 18:30, a apresentação do tema “Colonial Citizenship: The Macau Route”, com base no livro “Colonial Citizenship” de MC Loureiro, Professor Adjunto de Direito na Universidade de Leicester, no Reino Unido, o qual será publicado em 2026 pela editora Bristol University Press.
A sessão vai ser conduzida por Ângelo Patrício Rafael, Professor Assistente na Faculdade de Gestão e Direito da Universidade de São José – Macau (USJ), na qualidade de moderador da apresentação de MC Loureiro, que tem vindo a desenvolver trabalho académico relacionado com Direito colonial, cidadania e teoria jurídica. Esta sua investigação centrou-se no império português e nas formas como o direito da nacionalidade e da cidadania portuguesas foram moldados durante e após o domínio colonial. “Colonial Citizenship” é a «primeira obra jurídica a abordar de forma abrangente a pertença colonial, a assimilação e o acesso aos direitos no império português da Ásia e da África. Tendo por base a análise da forma como a cidadania surgiu e se desenvolveu no contexto português, abrangendo um período entre o século XV e o presente pós-colonial, a monografia defende que a cidadania tem uma ligação fundamental com a colonialidade portuguesa, que continua a moldar a realidade jurídica portuguesa e o acesso à nacionalidade e à cidadania». De entreposto comercial estrangeiro à última colónia portuguesa, «Macau ocupa nesta análise um espaço privilegiado. As suas particularidades demográficas, políticas, geográficas e jurídicas fazem de Macau uma peça estratégica na análise das condições jurídicas imperiais portuguesas». Ao apresentar «uma abordagem crítica da cidadania, uma visão matizada do império português e novas descobertas de arquivo, a encruzilhada entre a cidadania colonial e Macau convida a reflectir sobre raça, pertença e direitos numa perspectiva contextualizada, pós-colonial e actual. Fundamentalmente, impõe-se a questão: quem é elegível, na concessão de direitos e cidadaniadurante e após o império?». MC Loureiro reúne na sua obra “Colonial Citizenship” pesquisas de arquivo, jurisprudência e análise contextualpara delinear a forma como os direitos foram distribuídos e negados por todo o império português. Antes de ingressar na Universidade de Leicester, o académico foi investigador na Escola de Estudos Orientais e Africanos(SOAS) da Universidade de Londres e na Universidade de Birmingham, além de investigador visitante no Robert Schuman Centre for Advanced Studies do Instituto Universitário Europeu, na Universidade de Lisboa e na Universidade Nova de Lisboa. A sessão vai ser realizada em língua inglesa. A entrada é livre. Não perca! Por Macau, Mais e Melhor!
Funerais e Refugiados Transfronteiriços
10-12-2025
A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quarta-feira, dia 10 de Dezembro às 19:00, uma conferência intitulada “Cross-Border Funeral and Refugee Issues: Macau during the Mid-20th Century”, inserida no Ciclo de Palestras Públicas de História e Património, que resulta de uma parceria regular entre a FRC e USJ – Departamento de História e Património da Universidade de São José, em Macau.
Carlos Ka Nok Lo, Professor Assistente de Investigação no Departamento de História da Universidade de Macau, e Investigador Associado do Instituto de Investigação Avançada da Universidade de Macau em Hengqin, será o orador convidado desta palestra, onde falará sobre o tema que está na base da sua recente investigação e que deverá figurar na sua segunda monografia, intitulada “Morte e Práticas Funerárias na Região Administrativa Especial de Macau, China”, a publicar em 2026. «A partir de meados do século XIX, devido às repetidas medidas coercivas impostas pelas autoridades portuguesas em Macau, os residentes chineses foram proibidos de sepultar os seus mortos na Península de Macau. Com a modernização de equipamentos administrativos e sistemas de documentação, como os cemitérios públicos, as certidões médicas de óbito e os requerimentos de inumação, as autoridades portuguesas autorizaram formalmente o Hospital Kiang Wu de Macau, em 1881, a fiscalizar os enterramentos chineses e a administrar o Cemitério Chinês. Estabeleceu-se assim um padrão único de enterramento transfronteiriço entre Macau e o Condado de Xiangshan (área que corresponde ao sul da actual Zhuhai), prática que persiste até aos dias de hoje», esclarece o investigador. Já «em meados do século XX, a invasão japonesa da China desencadeou uma migração em massa para Macau, agravando a escassez de espaço para enterramento. A grande carência de terrenos para enterramento levou ao aparecimento de valas comuns na zona fronteiriça. Após o final da Segunda Guerra Mundial, a comunidade chinesa de Macau colaborou activamente com as regiões vizinhas para restabelecer a cooperação com vista aos funerais transfronteiriços», acrescenta ainda o académico. Carlos Ka Nok Lo é hoje Professor Assistente de Investigação na Universidade de Macau. Dedica-se há nove anos à investigação em História Demográfica Global, História Socioeconómica, Intercâmbio Cultural Sino-Ocidental e História Social da Morte. Lo publicou mais de vinte artigos em revistas e trabalhos apresentados em conferências. A sua tese de Doutoramento examina criticamente a utilização do recenseamento populacional pelo Governo colonial de Macau e de Portugal, explorando o seu impacto na administração colonial. Recentemente, tem conduzido uma investigação sobre Práticas Funerárias, Cemitérios Modernos e Gestão Urbana nos séculos XVIII a XX. A palestra vai ser moderada por Priscilla Roberts, Professora Associada e Chefe do Departamento de História e Património da Universidade de São José – Macau, e será apresentada em língua inglesa com duração de 1 hora. A entrada é livre. Não perca! Por Macau, Mais e Melhor!
Macau em Lisboa
04-12-2025
Macau em Lisboa
Carmen Amado Mendes Professora | Universidade de Coimbra Presidente Centro Científico e Cultural de Macau 4.12.2025, quarta-feira, 18:30, na Fundação Rui Cunha 該活動將以葡萄牙語進行。 This event will be held in Portuguese.
IA e Privacidade de Dados
19-11-2025
A Fundação Rui Cunha apresenta na quarta-feira, dia 19 de Novembro às 18:30 horas, uma sessão intitulada “Debates de Direito e Tecnologia: IA e Privacidade de Dados – Desafios e Perspectivas”, inserida num novo ciclo sobre Protecção de Dados e Governança, ao abrigo da parceria regular entre a FRC e a USJ, neste caso com o Departamento de Direito e Políticas Públicas da Faculdade de Gestão e Direito da Universidade de São José, em Macau.
«Nesta era de rápida transformação digital, compreender como a informação pessoal é recolhida, utilizada, protegida e transferida é de importância primordial, tanto para as organizações do sector público como do privado», revela a proposta da USJ. O ciclo começa, nesta primeira sessão, por explorar os desafios e as perspectivas que se colocam no ponto de intersecção entre a Inteligência Artificial e a Privacidade de Dados. Coordenadas por Ansoumane Douty Diakité, Professor Associado e Chefe do Departamento de Direito e Políticas Públicas da Faculdade de Gestão e Direito (USJ), esta série de palestras, organizada pela Universidade de São José e pela Fundação Rui-Cunha, vai reunir académicos, profissionais e decisores políticos de destaque para apresentarem as suas perspectivas sobre situações emergentes relacionadas com a privacidade, protecção de dados e governança em diferentes jurisdições. Os oradores convidados para este debate são Sara Migliorini, Professora Auxiliar de Estudos Jurídicos Globais na Faculdade de Direito da Universidade de Macau; Graça Saraiva, Advogada e Fundadora da MGS Consultancy Ltd. (HK), empresa especializada em IA, Protecção de Dados e Cibersegurança; e Edidiong Mbong (via Zoom), Engenheiro e Fundador da SolarRock Technologies e da TripleGold Dynasty, empresas que operam nas áreas de Machine Learning e Inovação de IA. O moderador será o Prof. Ansoumane Diakité, Doutorado em Estudos Governamentais pela USJ e Mestre em Direito Europeu, Internacional e Comparado pela Universidade de Macau, com foco na investigação em arbitragem internacional de investimento. Concluiu os estudos de Licenciatura no Institut de Droit des Affaires Internationales (IDAI), afiliado da Sorbonne, no Cairo, entre 2002 e 2006. Além da sua formação académica, desenvolveu uma vasta formação profissional, obtendo certificados e diplomas em Direito Internacional, Arbitragem, Propriedade Intelectual, Desenvolvimento Sustentável e Gestão. Entre eles, um certificado do Programa de Estudos de Pós-Graduação do Escritório das Nações Unidas em Genebra (2007), diplomas em Arbitragem Comercial Internacional e Direito do Comércio e Investimento (2008, 2020) e um certificado em Direito Internacional Privado da Academia de Haia. A palestra será realizada em língua inglesa. A entrada é livre. Não perca! Por Macau, Mais e Melhor!
Reframing Modernism
07-11-2025
Docomomo Macau, in collaboration with Fundação Rui Cunha, proudly announces the next lecture in its series “Revisiting Modernism and its Impact on Asia.” Architect and researcher Professor Johannes Widodo will present “Reframing Modernism: Grounded Modernities in the Mediterranean of Asia” on Friday, November 7th, 2025, at 6:45 PM, at Fundação Rui Cunha, Av. da Praia Grande, 749, GF, Macau.
This lecture reconsiders the idea of modernism through an Asian perspective, questioning Eurocentric narratives and proposing a reframing that is rooted in local cultural, environmental, and historical contexts. Building on the mAAN Macau Declaration of 2001, which identified Asia as a dynamic source of identity shaped by industrialization, colonization, and exchanges with the West, Professor Widodo suggests a redefinition of Asian modernism and modernity through a subtle linguistic shift — a small “a” for architecture, a small “m” for modernism, and an “s” for plural modernisms. This formulation highlights the multiplicity and grounded character of modern experiences across the continent. Focusing particularly on Southeast Asia and the surrounding region often described as the “Mediterranean of Asia,” where Macao itself is located, the lecture explores architectural expressions that reveal local interpretations of global influences. These examples show how modern architecture in Asia is not simply a matter of adaptation or imitation but rather a creative synthesis that reflects indigenous values, climatic conditions, and complex socio-political histories. Through selected case studies, Professor Widodo will illustrate how these grounded modernities exemplify the ingenuity of past generations while offering inspiration for future cultural resilience. Revisiting the principles of the mAAN Declaration, the lecture calls for renewed attention to documenting, conserving, and critically engaging with Asia’s modern architectural heritage, advocating for a pluralistic and inclusive understanding of modernism that recognizes Asia’s diverse and interconnected paths toward modernity. Dr Johannes WIDODO A professor at the National University of Singapore, teaching at the MA Architectural Conservation Program. Affiliations: mAAN (modern Asian Architecture Network) founder executive, AAHM (Asian Academy for Heritage Management) executive committee, UNESCO Asia Pacific Awards for Cultural Heritage Conservation jury, ICOMOS ISC member, ICOMOS National Committee (Indonesia and Singapore) founder, DoCoMoMo (Macau and Singapore) founder, iNTA (International Network of Tropical Architecture) founder & executive, TCHS (The Circle for Human Sustainability) member, and SEACHA (South East Asian Cultural Heritage Alliance) founder and advisory board member. |
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