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Halftone Meet #12
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Publicações
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10-07-2025
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A Fundação Rui Cunha e a Associação Halftone organizam hoje, quinta-feira, dia 10 de Julho pelas 18:30 horas, o Lançamento da Revista Fotográfica "Halftone Meet #12", a mais recente edição que conta com o trabalho dos membros Jane Xu, João Palla, Jorge Veiga Alves, José Luís de Sales Marques, António Duarte Mil-Homens e Tang Kuok Hou.
A apresentação da sessão fica a cargo de Francisco Ricarte e Sara Augusto, a que se juntarão alguns membros incluídos neste número.
À semelhança dos números anteriores, a publicação é patrocinada pelo Banco Nacional Ultramarino (BNU), que tem apoiado a divulgação da fotografia contemporânea feita por profissionais e amadores da RAEM, através deste projecto cultural abrangente, sem fins lucrativos.
Este número apresenta um total de seis projectos visuais, sendo dois a preto & branco – a abrir e a fechar a revista – e quatro a cores. O primeiro, de Jane Xu, intitula-se "Black enlivened by colors" e oferece-nos um retrato da intimidade feminina, em linha com a prática visual da artista e da sua pesquisa temática.
De uma forma diversa, mas ainda a preto & branco, João Palla conclui neste número a segunda parte do seu projecto "Sussurros do Ouro Branco". A expressão poética da sua proposta visual articula-se perfeitamente com o efeito estético obtido com o contraste entre o preto e o branco.
Os quatro demais projectos visuais, a cores, testam diferentes abordagens de composição cromática e temática. Jorge Veiga Alves apresenta "Memórias de Macau", procurando reforçar o efeito de memória na aproximação à contemplação de espaços tradicionais, designadamente de natureza religiosa.
O segundo projecto a cores, de José Luís de Sales Marques, é dedicado à famosa Procissão do Senhor dos Passos, que se realiza em Macau, sublinhando o papel deste evento, não só no contexto social e cultural da cidade, como também na sua integração no espaço público de Macau.
No terceiro projecto, António Duarte Mil-Homens apresenta-nos um tempo contemplativo em "Sunset, Moonrise", abordando a natureza e essência da paisagem alentejana. A sucessão de cores marca as horas e diferencia impressões, que conformam a imensidão da planície alentejana e a sua morfologia.
No quarto projecto, a cor também desempenha um papel fundamental na sua expressividade e conformação visual: "Fotossíntese", de Tang Kuok Hou, propõe-nos uma exploração social e estética da cidade de Macau, reforçando assim o seu papel como local de estudo fotográfico por excelência, que tem justificando uma multitude de diversas abordagens, tanto temáticas como sociológicas ou formais, dada a sua riqueza expressiva.
A Revista “Halftone”, de periodicidade quadrimestral, constitui uma iniciativa editorial inovadora na promoção da fotografia na Região. Para tal tem publicado o trabalho fotográfico dos seus associados, bem como constituído um espaço aberto a todos aqueles que têm interesse na fotografia como expressão artística e/ou documental, independentemente da sua experiência ou da sua prática visual.
A sessão será realizada em língua inglesa.
A revista vai estar à venda na FRC durante o evento.
A entrada é livre.
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Por Macau, Mais e Melhor!
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O Papel do Tribunal na Arbitragem
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Aprender Direito
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22-04-2026
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A Fundação Rui Cunha apresenta na quarta-feira, dia 22 de Abril às 18:30 horas, uma palestra do ciclo Temas de Direito, sobre “O Papel do Tribunal na Arbitragem”, sob a responsabilidade da Drª Teresa Leong, com o propósito de abordar as diferentes formas de intervenção judicial, tendo como pano de fundo o regime legal da arbitragem vigente em Macau.
Organizadas pelo CRED-DM – Centro de Reflexão, Estudo e Difusão do Direito de Macau da Fundação Rui Cunha, este ciclo de conferências pretende abordar, de forma prática e explicativa, temas relevantes do dia-a-dia de todos os operadores judiciários de Macau, um projecto iniciado em anos anteriores com grande interesse e adesão pela classe.
Segundo a responsável, «a arbitragem é uma alternativa ao processo judicial. A sua escolha passa, muitas vezes, pela pretensão dos litigantes se verem livres dos problemas de morosidade, falta de flexibilidade, etc., de que padece o sistema de justiça pública, cada vez mais visto como incapaz de acomodar os específicos interesses e necessidades dos litigantes.
Paradoxalmente, antes do início do processo arbitral, no decurso do mesmo, ou até depois de proferida a decisão arbitral, os litigantes podem ser obrigados a voltar a pedir a intervenção dos tribunais judiciais, a fim de melhor proteger os seus interesses. Isso ocorre, não apenas quando é necessário assegurar a legalidade do processo arbitral, como quando a arbitragem não consegue, pelos seus próprios meios, proporcionar aos litigantes uma solução cabal do litígio».
Nesta sessão será discutido o regime legal da arbitragem no território, do qual fazem parte várias convenções internacionais e acordos regionais. «Através dessa abordagem, procurar-se-á dar aos participantes uma visão articulada e panorâmica desta intervenção, com especial destaque para um princípio de relevância na arbitragem: a competência-competência [princípio legal que estabelece a autoridade do Tribunal para decidir sobre a sua jurisdição]», acrescenta a ex-magistrada.
A sessão vai ser realizada em língua inglesa, ou em português dependendo da audiência. Esta é a segunda palestra sobre o tema, depois da versão em língua chinesa que decorreu no passado dia 14 de Abril de 2026, com grande afluência de público à Galeria da FRC.
A entrada é livre.
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EM ABRIL, CELEBRE CONNOSCO
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Suspensão de Actividades na FRC
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Actualizações
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20-06-2022
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A Fundação Rui Cunha anuncia a suspensão temporária das actividades, no âmbito do esforço de prevenção contra a Pandemia pelo Covid-19, em cooperação com as autoridades governamentais.
Assim, fica cancelada a projecção do filme “The Lunchbox” (2013, Índia), de Ritesh Batra, do ciclo Gastronomia e Cinema, agendado para amanhã, terça, 21 de Junho às 18:30.
Assim, ficam cancelados todos os eventos agendados para esta semana:
1. Gastronomia e Cinema . “The Lunchbox” (2013, Índia) de Ritesh Batra, (21.06.2022 às 18:30).
2. Serões com História . “O Ataque Holandês há 400 Anos” com Beatriz Basto da Silva (23.06.2022 às 18:30).
3. “Uma Noite com Piano na Galeria” . Associação Elite (24.06.2022 às 18:30).
4. Noite de Jazz ao Sábado . “Lazy Jones & Sexteto Wonderwall” (25.06.2022 às 21:00).
Sobre as actividades agendadas para a próxima semana, informaremos o público oportunamente, tomando em consideração a evolução da situação pandémica e seguindo as recomendações governamentais.
Mantenha-se em segurança e siga atentamente as orientações da Direcção dos Serviços de Saúde de Macau.
Por Macau, Mais e Melhor!
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Data Protection Series
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Apresentações e Conferências
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27-05-2026
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Date: 27 May 2026
Time: 18:30-20:00
Place: Rui Cunha Foundation (Avenida da Praia Grande, 749, Macao Peninsula, MO)
Topic: From Data to Action: Building AI-Driven Business Models in the GBA, China
Description
Data is the new raw material of business, but data alone is not enough. Managers need to turn it into value. Companies are using AI to build data-driven business models along a clear path: from raw data to insights to action.
This talk highlights three patterns. First is Data-as-a-Service (DaaS), where companies access or share unprocessed data. Second is Information-as-a-Service (InfoaaS), which provides analyzed reports and dashboards. Third is Agent-as-a-Service (AaaS), which relies on AI agents that decide, automate, and execute.
The discussion explores three core issues relevant for future managers. First, how GBA firms use data and AI to innovate their business models and create value. Second, how data providers, facilitators, and users interact with one another. Third, what ethical, regulatory, and compliance challenges firms face during data processing, with special attention to the GBA and Macao context.
Speakers:
Ted Choi, Macao Computer Society Director & Vice Chairman of Public Affairs | ex- Microsoft | ex-Salesforce | ex-SAP | ex-IBM | Investor | Board Advisor
Terence Lee, President of Sustaincia, Macau
Daniel Filipe Farinha, Assistant Professor/ Faculty of Arts and Humanities-USJ
Moderator:
Prof. Alessandro Lampo, Head of the Department of Business Studies, FBL/USJ
Organizers: Department of Law and Public Policy of FBL-USJ and Rui Cunha Foundation
Place: Rui Cunha Foundation (Avenida da Praia Grande, 749, Macao Peninsula, MO)
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Quando Escrever É Ouvir com Força
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Pauta de Histórias
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27-04-2026
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PAUTA DE HISTÓRIAS
"António Lobo Antunes: Quando escrever é ouvir com força"
A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, segunda-feira, dia 27 de Abril às 18:30, uma conferência intitulada “António Lobo Antunes: Quando escrever é ouvir com força”, inserida no ciclo de Pauta de Histórias, com a presença do Prof. Doutor Sérgio Guimarães de Sousa, Professor Catedrático do Departamento de Português da Universidade de Macau, como orador convidado .
«Nesta conferência, pretende-se oferecer uma visão panorâmica da obra de António Lobo Antunes, de modo a enfatizar o merecimento literário ímpar da sua vasta criação romanesca», propõe o orador e especialista, homenageando esse «gigante da nossa literatura» que nos deixou no passado dia 5 de Março de 2026.
O título reflecte o entendimento de António Lobo Antunes sobre a escrita, não como um acto de invenção pura, mas como um processo de escuta intensa e profunda do que está oculto: as vozes interiores, as memórias e a realidade, muitas vezes dolorosa. A expressão terá surgido numa entrevista, após a publicação de um dos seus livros, quando questionado sobre o projecto seguinte. O escritor e médico psiquiatra terá respondido que se sentia «angustiado, à espera que surjam novas vozes». E justificaria que «escrever é escutar com mais força. É só organizar as vozes, é um delírio organizado».
Repetidamente indicado como potencial candidato ao Prémio Nobel da Literatura, António Lobo Antunes foi um autor lúcido e atormentado, acutilante e sorumbático, dono de uma melancolia seca, muitas vezes irónica, resultante das experiências que o marcariam para a vida: a guerra do ultramar, a medicina e a escrita. A passagem por Angola, onde foi alferes miliciano durante a Guerra Colonial, está reflectida em grande parte da sua obra, de modo inequívoco e fracturante.
O orador desta sessão, Sérgio Guimarães de Sousa, é Doutorado em Literatura Portuguesa pela Universidade do Minho, onde começou a leccionar em 1997. Não obstante a sua especialização em estudos camilianos, é co-autor do “Dicionário da Obra de António Lobo Antunes”, dois volumes, publicado pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda em 2008, ao lado de Maria Alzira Seixo, Graça Abreu, Eunice Cabral, Maria Fernanda Afonso, e Agripina Carriço Vieira. Em 2015, a Texto Editora lançou também a obra “Quem sou eu? Ensaios sobre António Lobo Antunes”, em que é autor individual do VI Volume da Colecção António Lobo Antunes.
Actualmente a leccionar na Universidade de Macau, Sérgio Guimarães de Sousa foi ainda Professor Convidado na Universidade Blaise Pascal (Clermont Ferrand, França) e na Universidade de São Paulo, Brasil; foi FLAD/Visiting Associate Professor na Brown University, nos EUA, e Associate Professor na mesma instituição, por concurso internacional; foi também Professor Visitante na University of Massachusetts Dartmouth, EUA, e na Universidade Federal do Paraná, Brasil. É Coordenador Científico do Centro de Estudos e da Casa-Museu de Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, Conselheiro da Cátedra Camilo Castelo Branco (Universidade de Lisboa / Câmara Municipal de Sintra), Director do Centro de Estudos Mirandinos e membro dos órgãos sociais da Fundação Cupertino de Miranda. É também membro do PEN Club português, da Associação Portuguesa de Críticos Literários e da Associação Portuguesa de Estudos Franceses.
A sessão será realizada em língua portuguesa.
A entrada é livre.
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EM ABRIL, CELEBRE CONNOSCO
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Temas de Direito em Chinês
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Temas do Direito
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07-11-2024
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A tutela efectiva e definitiva do direito passa pela intervenção atempada dos órgãos judiciais. Contudo, esse desiderato não é facilmente alcançável dado o elevado número de processos judiciais pendentes. Para acautelar necessidades urgentes de tutela que não compaginam com a morosidade da máquina judicial e garantir a efectividade da decisão sobre o mérito da causa, há que lançar mão dos meios de tutela cautelar, céleres e com tramitação comparativamente mais simplificada. São eles o procedimento cautelar comum e os procedimentos cautelares especificados cujo conhecimento se revela indispensável para ultrapassar as dificuldades acima referidas.
Os meios de tutela cautelar no regime processual vigente: instrumentos para uma efectiva tutela do direito em crise
O procedimento cautelar comum e os procedimentos cautelares especificados: os seus regimes e a sua escolha
Para as três sessões (português ou chinês), vou seguir essa sequência:
1ª sessão - procedimento cautelar comum.
2ª sessão - restituição provisória da posse, embargo de nova obra, arresto e arrolamento.
3º sessão - suspensão de deliberações sociais, alimentos provisórios e arbitramento de reparação provisória.
O procedimento cautelar comum é o regime matriz aplicável subsidiariamente aos procedimentos cautelares especificados. Por isso, na 1ª sessão, serão abordados institutos, alguns dos quais chamados à colação nas duas sessões seguintes. Seria ideal que os participantes não faltassem à 1ª sessão. Mas como os destinatários são licenciados em Direito, não é totalmente imprescindível que atendam a todas as sessões.
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Media, Arte & Tecnologia nas Nove Culturas de Língua Portuguesa
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Lançamento de Livros
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12-05-2026
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A Fundação Rui Cunha acolhe hoje, terça-feira, dia 12 de Maio às 18:30, a apresentação do livro “Media, Arte e Tecnologia nas Nove Culturas de Língua Portuguesa”, organizado e editado por José Manuel Simões com a chancela da Universidade de São José, em Setembro de 2025. A obra conta com a participação de uma dúzia de co-autores, que reflectem sobre as mudanças socioculturais trazidas pela evolução tecnológica e mediática nos diferentes países lusófonos.
Com introdução de José Manuel Simões e prefácio de João Nuno Brochado, a colectânea de textos sobre cada um dos países com ligação histórica a Portugal, foi desenvolvida por Wilson Caldeira (Angola), Daniel Farinha (Brasil), Silvino Évora (Cabo Verde), Camará Morto (Guiné-Bissau), Carmen Monereo (Macau), Vanessa Rodrigues (Moçambique), Rui Torres e Fernanda Bonacho (Portugal), José Manuel Simões (São Tomé e Príncipe), Paulo Faustino e Rui Novais (Timor-Leste).
Segundo José Manuel Simões, Director e Professor Associado do Departamento de Media, Arte e Tecnologia da USJ em Macau, esta obra «projecta conhecimento, saber comunicado entre si, para múltiplas e diversificadas audiências. Um livro de afectos que une todos os que falam português», e uma análise conjunta «sobre a tecnologia ao serviço dos campos dos media e da arte, na educação, no sistema informacional e na construção de valores, sobretudo culturais».
Foram analisadas, neste contexto, as «práticas artísticas contemporâneas enquanto elementos que buscam evidenciar, questionar e compreender recentes correntes, criando linguagens verbais e visuais, questões formais e semânticas, palavras, imagens, influências e questões de mercado, evoluções tecnológicas que ampliam a mercantilização cultural, que compreendem e tornam possíveis mudanças socioculturais», refere ainda na sua introdução.
A apresentação do livro na FRC irá contar com a presença de alguns destes autores que se encontram em Macau, nomeadamente João Nuno Brochado, Daniel Farinha, Wilson Caldeira, Filipa Martins e Carmen Monereo, sob a mediação de José Manuel Simões. A conversa será conduzida com o enfoque no desafio exponencial das tecnologias de comunicação, no papel dos media digitais, nas implicações éticas da Inteligência Artificial, na preservação das identidades culturais, entre outras questões que se colocam a estes nove destinos unidos pela língua.
O livro está disponível gratuitamente em versão digital, no site electrónico da Academic Press, em https://books.usj.edu.mo, gerido pela USJ Library.
A sessão vai ser realizada em língua portuguesa.
A entrada é livre.
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Por Macau, Mais e Melhor!
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VI Cinema Cycle CRED.DM - Domestic Violence
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Justiça no Cinema
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19-06-2019
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V CICLO DE CINEMA CRED-DM
A Fundação Rui Cunha através do CRED-DM - Centro de Reflexão, Estudo e Difusão do Direito de Macau e a Fundação Oriente realizam de 26 de Junho a 17 de Julho, o VI Ciclo de Cinema, este ano subordinado ao tema – Violência Doméstica.
No mundo de hoje, a violência contra mulheres e crianças é uma das mais difundidas, persistentes e devastadoras violações dos direitos humanos, atravessando todas as gerações, nacionalidades, comunidades e esferas das nossas sociedades de uma forma, maioritariamente, silenciosa e dissimulada.
A violência doméstica abarca comportamentos utilizados num relacionamento, por uma das partes, sobretudo para controlar a outra.
As pessoas envolvidas podem ser casadas ou não, ser do mesmo sexo ou não, viver juntas, separadas ou namorar.
De acordo com a Declaração sobre a Eliminação da Violência Contra as Mulheres (Nações Unidas, 1993) a ”violência Contra as Mulheres, é toda e qualquer acção de violência baseada no género, que resulte ou possa resultar, em danos ou sofrimentos físicos, sexuais ou psíquicos das mulheres, inclusive ameaças de tais acções ou privação sumária de liberdade, que ocorre na vida pública ou privada”
Tanto as Nações Unidas como o Conselho da Europa consideram que a violência contra as Mulheres é um obstáculo à concretização da igualdade entre mulheres e homens, na medida em que decorre das relações de força desiguais entre mulheres e homens e conduz a uma discriminação grave contra o sexo feminino tanto na sociedade como na família; viola os direitos da pessoa humana e as suas liberdades fundamentais, impedindo de os exercer parcial ou totalmente; atenta contra a integridade física, psíquica e/ou sexual das Mulheres.
Na RAEM como em tantos outros pontos do planeta, estamos perante um comportamento verdadeiramente desviante, extensível a ambos os sexos e sem quaisquer fronteiras sociais, económicas, religiosas ou culturais específicas.
Em pleno século XXI a relevância social que lhe é imputada, tem, não apenas, a ver com o sofrimento das vítimas, muitas vezes silenciosas mas, sobretudo, com o facto de a violência doméstica incluir, amiúde, uma negligência precoce e eventuais abusos sexuais, os quais obstam a um são desenvolvimento físico e mental da vítima.
Porque todos podemos ser vítimas de violência doméstica, a Fundação Rui Cunha e a Fundação Oriente elegeram este tema para o VI Ciclo de Cinema.
Todas as sessões terão lugar na Fundação Rui Cunha, às 19h30, antecedido de um cocktail a partir das 19h00.
Após a exibição do filme escolhido, convidamos todo o público presente para uma pequena e informal conversa acerca do tema em questão.
Calendário integral:
26 de Junho – Provoked, Reino Unido, 2006, Realizador Jag Mundhra, com Aishwarya Rai
3 de Julho – Precious, Estados Unidos, 2009, Realizador Lee Daniels, com Gabourey Sidibe, MoNique, Paula Patton
08 de Julho – Tyranossaur, Reino Unido, 2011, Realizador Paddy Considine, com Peter Mullan.
10 de Julho – Te doy mis Ojos, Espanha, 2003, Realizador Icíar Bollaín, com Laia Marull e Luis Tosar.
17 de Julho – Vidas Partidas, Brasil, 2016, Realizadro Marcos Schechtman, com Naura Schneider e Domingos Montagner.
Todos os filmes estão legendados em Inglês.
A entrada é livre.
Contamos com a presença de todos!
Por Macau Mais e Melhor!
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Gastronomia e o Cinema
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Macau no Cinema
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29-03-2022
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A Fundação Rui Cunha apresentará, na próxima terça-feira, dia 29 de Março, às 18h30, o primeiro de uma serie de seis filmes, cujo mote gira em torno da Gastronomia e o Cinema.
A história da gastronomia funde-se com a história do próprio homem, uma vez que a comida se encontra presente na sua vida desde o momento do seu nascimento até à sua morte.
Nos dias de hoje, as sociedades deixaram de comer apenas para viver. O acto de comer enquanto mecanismo automatizado e exclusivamente prático deu lugar a um verdadeiro ritual alquímico, culturalmente transformador e por vezes mágico.
Se por um lado a gastronomia é um elemento identitário e o espelho da riqueza cultural dos diferentes países, por outro, é um riquíssimo ponto de encontro e elo de ligação entre os povos.
Macau, fazendo jus à sua secular multiculturalidade dispõe, como não poderia deixar de ser, de uma impressionante variedade de tipos de cozinha, de diferentes origens - portuguesa, chinesa, japonesa, indiana, etc - fazendo desta cosmopolita região um verdadeiro paraíso para os visitantes apreciadores de comida.
É exactamente como forma de enaltecer esta importante valência do Território que a Fundação Rui Cunha, elegeu a gastronomia como tema central deste novo ciclo de cinema.
Com uma periodicidade mensal, Gastronomia e cinema, abre as suas portas com o filme Eat Drink Man Woman, realizado pelo incontornável Ang Lee.
Comer, beber, homem, mulher, os quatro elementos que criam e mantêm a vida. Para o maior cozinheiro de Taiwan a comida é vida. Apesar dos seus dotes culinários serem reverenciados por todos, não é capaz de confeccionar o mais sublime dos pratos: a educação das filhas Jia-Jen, uma professora de química convertida ao cristianismo, Jia-Chen uma executiva numa empresa de aviação e Jia-Ning uma estudante que trabalha num restaurante de fast-food.
A vida em casa desenvolve-se em torno do ritual de elaboração do jantar de família aos domingos onde cada uma das filhas actualiza e compartilha com o pai as novidades das suas vidas. Pelo meio dessas conversas, as raparigas vão-se apercebendo que a casa onde cresceram é pequena demais para os seus sonhos e aspirações, colocando em causa a ideologia familiar tradicional e começando a fazer a transição para as tradições modernas, bem mais harmónicas com os seus destinos.
Eat Drink Man Woman foi um sucesso de crítica e bilheteria, tendo recebido, entre outros, o prémio de melhor filme no Festival Asia Pacific Film e sendo mais tarde nomeado para Melhor Filme Estrangeiro nos Óscares de 1995.
Em 2019, o National Kaohsiung Center for the Arts apresentou uma produção musical intitulada Eat Drink Man Woman: The Musical, sendo este uma adaptação directa do filme.
A sessão terá lugar na Fundação Rui Cunha, Terça-feira, dia 29 de Março, às 18h30, sendo precedida de uma pequena apresentação pelo Chef Alex Ieong, Chef executivo do Restaurante Solmar.
A Entrada é livre mas sujeita a limitação de lugares.
Este filme é falado em mandarim, com legendas em inglês
Interdito a menores de 13 anos (Grupo C).
Contamos com a presença de todos nesta viagem cinematográfica à volta da Gastronomia mundial.
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Tertulia/Palestra Embaixador Murade Murargy e a CPLP, residente em Macau.
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Lusofonia
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30-10-2013
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Por ocasião da visita à RAEM do Senhor Secretário Executivo da CPLP, Embaixador Murade Isaac Murargy, é com muito gosto que a Fundação Rui Cunha, o CRED-DM e a CPLP organizam uma Tertulia/Palestra com o Senhor Secretário Executivo da CPLP, Embaixador Murade Murargy e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, residente em Macau.
Este encontro terá lugar na Sede da Fundação Rui Cunha, Av. Da Praia Grande, n.749, R/C,
Macau, no próximo dia 4 de Novembro, Segunda-Feira, às 16h30.
TDM Português - Entrevista Murade Murargy na FRC : (2:49-5:30)
http://portugues.tdm.com.mo/pvideo.php?vid=10817
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Um Encontro de Poesia
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Outros
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19-03-2026
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A Fundação Rui Cunha apresenta na quinta-feira, dia 19 de Março às 18:30 horas, a sessão especial “Um Encontro de Poesia: A Árvore e tudo o que queiram”, para celebrar o Dia Mundial da Poesia, data instituída pela UNESCO na 30ª Conferência Geral em Paris, em 1999, mas também o Dia Internacional das Florestas, ambos assinalados a 21 de Março pelas Nações Unidas.
Co-organizado pelo Clube de Leitura da Associação dos Amigos do Livro em Macau, este evento é uma oportunidade para incentivar a leitura, apoiar os poetas e preservar a diversidade linguística e cultural, através da palavra escrita e falada.
A sessão, que será conduzida pelo médico e escritor Shee Vá, vai convidar o público a partilhar poemas com significado especial nas suas vidas, sobre o tema da “Árvore” ou nem por isso, homenageando a expressão poética e a sua importância cultural como legado identitário da língua de cada país ou países.
A poesia, com a sua capacidade de emocionar, provocar reflexões e transmitir sentimentos, foi capaz de atravessar séculos e civilizações, sendo um dos pilares da arte literária. Se quiser participar, apareça na Galeria da FRC e peça a palavra. Venha preparado para ouvir e ler, contribuindo para enriquecer a experiência das comunidades locais neste desígnio de dar voz ao sentimento dos poetas e tocar almas.
Entretanto, na passada terça-feira, dia 17 de Março, a Fundação Rui Cunha organizou uma sessão paralela, em língua chinesa, co-organizada pela Associação dos Amigos do Livro em Macau e pela Associação dos Autores de Macau.
Este evento será realizado em Português.
A entrada é livre.
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Por Macau, Mais e Melhor!
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